Já falei aqui que o geocaching faz maravilhas pela minha vida, por me dar a conhecer sítios maravilhosos e bastante úteis (relembro que foi numa tarde de geocaching que descobri o restaurante "Amândio Restaurante"). Esta manhã aconteceu outra vez, e à vinda da última cache da manhã, paramos antes da feira da Estela para comprar algo diferente para a horta.
Já não tinha grandes esperanças de encontrar rúcula em pés para plantar, muito menos as alcachofras e o aipo, que quando pergunto em algum lado se têm fazem uma expressão desacreditada. No Pomar Casa Rural, falamos a mesma língua! Encontrei tudo o que procurava e mais algumas coisinhas interessantíssimas... Tenho agora na minha horta pimentos doces, rúcula, alcachofra e aipo!
Para completar a minha felicidade só faltaram as acelgas, mas a Sónia (proprietária do Pomar Casa Rural) irá ter também este legume desaparecido!
Bem, mas não são só estes legumes que tanto desejava que podem encontrar no Pomar Casa Rural. é um espaço acolhedor onde poderão comprar uma grande variedade de fruta (morangos e maracujás deliciosos, posso garantir), legumes, leguminosas (cantinho mais-que-fofo, cheio de andorinhas!), compotas caseiras, flores ornamentais (em destaque uma enorme variedade de cactos), utensílios para jardim, loiças tipicamente portuguesas e encontram ainda uma boa dose de simpatia por parte dos proprietários, o Fernando e a Sónia.
Visitem, porque vão adorar de certeza!
Pomar Casa Rural
Contriz-Estela-Póvoa do Varzim
Telemovel- 964 932 991
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Com conta peso e medida!
Esta receita já anda aos trambolhões na minha cabeça há meses, mas ainda não a tinha arquitectado suficientemente bem para que a confeccionasse. A semana passada comprei uma terrina nova (a coisa mais fofa!) e, mal olhei para ela, vi logo a massa gratinada a encher-lhe as medidas...
Esta massa não é muito fácil de encontrar, mas agora a milanesa também já a comercializa, e nas grandes superfícies já está disponível.
Para confecionar a massa irão precisar:
- 1 pacote de búzios gigantes milanesa;
- 1 alho francês em juliana;
- meia chalota e meias luas finas;
- 1/4 de pimento vermelho em cubos pequenos;
- 1/4 de pimento verde em cubos pequenos;
- 1 malagueta picada (com semente se gostam de picante);
- 1 corgete aos cubos;
- 600g de carne de vaca picada;
- 15 a 20 tomates cereja;
- cerca de 200g de ricota;
- oregãos secos q.b.;
- Sal a gosto;
- queijo emmental q.b.;
- azeite q.b..
Para o molho de tomate:
- 1/2 cebola picada;
- 3 tomates maduros sem pele e aos cubos;
- um pouco de pimento verde e pimento vermelho;
- 1 raminho de salsa;
- pimento italiano q.b.;
- sal q.b.;
- azeite.
Colocar o azeite e a cebola numa panela pequena e deixar refogar até ficar translúcido. Acrescentar os outros ingredientes e deixar refogar em lume médio durante cerca de 20 minutos. Passar a varinha e reservar.
Noutra panela colocar a massa a cozer em água com um pouco de sal, mexendo frequentemente para não colar. Depois de estar al dente, passar por água fria e reservar.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, a chalota, a corgete, os pimentos e a malagueta mexendo bem até o alho francês começar a perder a cor. Acrescentar a carne e mexer bem, para que se desfaça e misture com os legumes. Acrescentar os tomates cereja partidos em quartos e temperar a gosto. Incorporar a ricota e desligar o fogão.
Na assadeira, colocar o molho de tomate, e ir sobrepondo as conchas ao molho depois de as rechear com o preparado de carne. polvilhar com um pouco de emmental e levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos. Gratinar 2 minutos à mesma temperatura. Está pronto a servir!
Com certeza que irei fazer este prato para agradar muitas barrigas famintas!!
Esta massa não é muito fácil de encontrar, mas agora a milanesa também já a comercializa, e nas grandes superfícies já está disponível.
Para confecionar a massa irão precisar:
- 1 pacote de búzios gigantes milanesa;
- 1 alho francês em juliana;
- meia chalota e meias luas finas;
- 1/4 de pimento vermelho em cubos pequenos;
- 1/4 de pimento verde em cubos pequenos;
- 1 malagueta picada (com semente se gostam de picante);
- 1 corgete aos cubos;
- 600g de carne de vaca picada;
- 15 a 20 tomates cereja;
- cerca de 200g de ricota;
- oregãos secos q.b.;
- Sal a gosto;
- queijo emmental q.b.;
- azeite q.b..
Para o molho de tomate:
- 1/2 cebola picada;
- 3 tomates maduros sem pele e aos cubos;
- um pouco de pimento verde e pimento vermelho;
- 1 raminho de salsa;
- pimento italiano q.b.;
- sal q.b.;
- azeite.
Colocar o azeite e a cebola numa panela pequena e deixar refogar até ficar translúcido. Acrescentar os outros ingredientes e deixar refogar em lume médio durante cerca de 20 minutos. Passar a varinha e reservar.
Noutra panela colocar a massa a cozer em água com um pouco de sal, mexendo frequentemente para não colar. Depois de estar al dente, passar por água fria e reservar.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, a chalota, a corgete, os pimentos e a malagueta mexendo bem até o alho francês começar a perder a cor. Acrescentar a carne e mexer bem, para que se desfaça e misture com os legumes. Acrescentar os tomates cereja partidos em quartos e temperar a gosto. Incorporar a ricota e desligar o fogão.
Na assadeira, colocar o molho de tomate, e ir sobrepondo as conchas ao molho depois de as rechear com o preparado de carne. polvilhar com um pouco de emmental e levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos. Gratinar 2 minutos à mesma temperatura. Está pronto a servir!
Com certeza que irei fazer este prato para agradar muitas barrigas famintas!!
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Chegou o outono...
Quando compro algum utensílio de cozinha novo, não descanso enquanto não o utilizo!! E a última aquisição foi o rolo cortador de massa em rede. Como tenha já o frango preparado para ser cozinhado, decidi então improvisar uma tarte de frango e legumes toda janota e já a cheirar a Outono...
Para reproduzirem esta tarte vão precisar:
- meio frango caseiro desossado e cortado em cubos;
- um pé de alho francês em juliana fina;
- 1/2 pimento vermelho em juliana fina;
- 1,5 malaguetas picadas (se não desejarem que fique muito picante, retiram as sementes);
- 1 couve coração em juliana;
- 1 corgete em cubos e com a casca;
- 2 bases de massa folhada;
- 1 ovo batido com 100ml de bebida de soja (pode ser substituída por leite);
- 1 gema batida com um pouco de água;
- queijo mozarela ralado, a gosto;
- algumas folhas de mangericão;
- azeite q.b.;
- sal q.b.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, o pimento e as malaguetas e deixar refogar um pouco, mas apenas até o alho francês começar a ficar translúcido. Acrescentar o frango e a corgete, temperar com sal a gosto, e deixar cozinhar em lume médio. Quando o frango já estiver mais ou menos cozinhado, acrescentar a couve coração e deixar cozinhar até o líquido libertado pelo legume começar a desaparecer.
Colocar uma das bases de massa folhada a revestir uma tarteira (previamente revestida com papel vegetal) e recortar o excesso. Colocar no interior o preparado de frango com legumes, rejeitando o caldo que possa ainda ter ficado na Wok Verter na tarteira o ovo batido com bebida de soja. Cobrir a tarte com o queijo mozarela e dispor as folhas de mangericão.
Com o rolo cortador de massa em rede, cortar a outra base, abrir cuidadosamente e colocar por cima da tarteira. Recortar o excesso.
Para reproduzirem esta tarte vão precisar:
- meio frango caseiro desossado e cortado em cubos;
- um pé de alho francês em juliana fina;
- 1/2 pimento vermelho em juliana fina;
- 1,5 malaguetas picadas (se não desejarem que fique muito picante, retiram as sementes);
- 1 couve coração em juliana;
- 1 corgete em cubos e com a casca;
- 2 bases de massa folhada;
- 1 ovo batido com 100ml de bebida de soja (pode ser substituída por leite);
- 1 gema batida com um pouco de água;
- queijo mozarela ralado, a gosto;
- algumas folhas de mangericão;
- azeite q.b.;
- sal q.b.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, o pimento e as malaguetas e deixar refogar um pouco, mas apenas até o alho francês começar a ficar translúcido. Acrescentar o frango e a corgete, temperar com sal a gosto, e deixar cozinhar em lume médio. Quando o frango já estiver mais ou menos cozinhado, acrescentar a couve coração e deixar cozinhar até o líquido libertado pelo legume começar a desaparecer.
Colocar uma das bases de massa folhada a revestir uma tarteira (previamente revestida com papel vegetal) e recortar o excesso. Colocar no interior o preparado de frango com legumes, rejeitando o caldo que possa ainda ter ficado na Wok Verter na tarteira o ovo batido com bebida de soja. Cobrir a tarte com o queijo mozarela e dispor as folhas de mangericão.
Com o rolo cortador de massa em rede, cortar a outra base, abrir cuidadosamente e colocar por cima da tarteira. Recortar o excesso.
Pincelar com a gema de ovo batido e levar ao forno previamente aquecido a 180-200ºC cerca de 30 minutos, ou até estar dourada. Servir com salada.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Mudam-se os tempos...
...Mudam-se as vontades... Ou talvez não! Talvez existam pratos que nunca deixamos de ter vontade de degustar... Um deles é o belo do arroz de tomate com a boa e velha patanisca de bacalhau: pura tradição e puro prazer para a boca do bom Português, e não só!! O tradicionalismo mantém-se na mesa dos Portugueses com enorme sucesso, por culpa de pratos deliciosos como este, mas podemos sempre "recriar" tradição.
Foi o que fiz um dia destes. E o jantar lá em casa foram: pataniscas de bacalhau com pimentos e risoto de tomate.
Primeiro preparam-se as pataniscas (o risoto é bom se for terminado e logo consumido). Pica-se uma chalota, um pouco de pimento verde e vermelho, um ramo de salsa picado e esfiam-se duas postas de bacalhau previamente cozido (duas postas grandes chegam para 4 pessoas) e reserva-se tudo. Num recipiente grande, coloca-se uma cerveja e vai-se acrescentando lentamente farinha de trigo peneirada, de modo a formar um polme não muito consistente. Acrescentar os legumes e o bacalhau, duas gemas de ovo e temperar a gosto. Se o preparado ficar muito espesso, acrescentar cerveja, se estiver muito liquido, juntar um pouco de farinha. As pataniscas devem ser fritas em óleo quente, mas a temperatura não deve estar excessivamente alta, pois corre-se o risco de ficarem cruas por dentro. Para dar uma forma mais regular, costumo utilizar um aro de metal no tacho para dar forma à patanisca. Absorver bem a gordura em papel de cozinha e reservar.
Para o risoto, picar uma chalota, dois alhos, uma malagueta e pimento verde e vermelho aos cubos. Acrescentar azeite e o risoto (uma mão de arroz por pessoa, mais uma extra). Ligar o fogão e ir mexendo o risoto até começar a ficar translúcido. Acrescentar um copo de vinho branco e colocar os tomates sem pele e pevides. Ir mexendo sempre e acrescentar água sempre que o risoto começar a secar. O processo demorará cerca de 20 minutos (é um pouco demorado e cansativo, mas vale a pena!). Quando o arroz começar a ficar no ponto, a última vez que acrescentarem liquido, coloquem de novo vinho branco e mexam.
O segredo do risoto é parar no ponto certo, nem duro, nem muito mole, não é uma técnica fácil, podem acertar à primeira, ou aprender com a prática.
Depois de já estar pronto, retirar do lume, acrescentar uma colher de sopa de manteiga e um ramo de salsa picado e envolver bem.
O Risoto é um prato muito guloso, e neste caso o vinho dá-lhe um travo azedo impagável. Não sou grande amante do arroz, inclino-me mais para massas, mas risoto é o "Ferrari dos arrozes"! Experimentem e partilhem a vossa experiência...

Foi o que fiz um dia destes. E o jantar lá em casa foram: pataniscas de bacalhau com pimentos e risoto de tomate.
Primeiro preparam-se as pataniscas (o risoto é bom se for terminado e logo consumido). Pica-se uma chalota, um pouco de pimento verde e vermelho, um ramo de salsa picado e esfiam-se duas postas de bacalhau previamente cozido (duas postas grandes chegam para 4 pessoas) e reserva-se tudo. Num recipiente grande, coloca-se uma cerveja e vai-se acrescentando lentamente farinha de trigo peneirada, de modo a formar um polme não muito consistente. Acrescentar os legumes e o bacalhau, duas gemas de ovo e temperar a gosto. Se o preparado ficar muito espesso, acrescentar cerveja, se estiver muito liquido, juntar um pouco de farinha. As pataniscas devem ser fritas em óleo quente, mas a temperatura não deve estar excessivamente alta, pois corre-se o risco de ficarem cruas por dentro. Para dar uma forma mais regular, costumo utilizar um aro de metal no tacho para dar forma à patanisca. Absorver bem a gordura em papel de cozinha e reservar.
Para o risoto, picar uma chalota, dois alhos, uma malagueta e pimento verde e vermelho aos cubos. Acrescentar azeite e o risoto (uma mão de arroz por pessoa, mais uma extra). Ligar o fogão e ir mexendo o risoto até começar a ficar translúcido. Acrescentar um copo de vinho branco e colocar os tomates sem pele e pevides. Ir mexendo sempre e acrescentar água sempre que o risoto começar a secar. O processo demorará cerca de 20 minutos (é um pouco demorado e cansativo, mas vale a pena!). Quando o arroz começar a ficar no ponto, a última vez que acrescentarem liquido, coloquem de novo vinho branco e mexam.
O segredo do risoto é parar no ponto certo, nem duro, nem muito mole, não é uma técnica fácil, podem acertar à primeira, ou aprender com a prática.
Depois de já estar pronto, retirar do lume, acrescentar uma colher de sopa de manteiga e um ramo de salsa picado e envolver bem.
O Risoto é um prato muito guloso, e neste caso o vinho dá-lhe um travo azedo impagável. Não sou grande amante do arroz, inclino-me mais para massas, mas risoto é o "Ferrari dos arrozes"! Experimentem e partilhem a vossa experiência...
Um beijo e um queijo
Não gosto de Madalenas de compra, têm muita gordura e um sabor muito intenso a manteiga. Quando quero bolinhos individuais do género das Madalenas, faço em casa... Descobri à alguns dias que até poderia substituir a manteiga por queijo fresco! E para estrear a minha forma nova de queques em forma de concha (que já andava a cobiçar à meses!), nada melhor do que umas Madalenas de queijo fresco e laranja.
Vão precisar:
- 5ovos inteiros
- 240g de farinha de arroz
- 1/2 colher de fermento em pó
- 130g de queijo fresco
- 70g de açúcar em pó
- raspa e sumo de uma laranja
- canela a gosto
Untem a forma com manteiga e farinha, e liguem o forno a 180ºC. Comecem por bater os ovos com o açúcar, até obter uma mistura homogénea. De seguida, acrescentem o queijo fresco, e batam até incorporar bem. Juntem a raspa da laranja e metade do sumo. Incorporem a farinha de arroz e o fermento (peneirados) na mistura anterior, lentamente e com uma colher de alumínio. Não encham as formas em demasia, pois as Madalenas ainda crescem um pouco. Depois de encher as conchas todas, batam com a forma no balcão para acomodar a massa. Coloquem no forno durante cerca de 20-25 minutos. Depois de retirar, desenformem e polvilhem com canela.
Sempre que penso em conchas, lembro-me de beijinhos do mar, e estas Madalenas foram batizadas de "Madalenas beijoqueiras"! São leves, de sabor delicado e deliciosas para acompanhar um chá.
Vão precisar:
- 5ovos inteiros
- 240g de farinha de arroz
- 1/2 colher de fermento em pó
- 130g de queijo fresco
- 70g de açúcar em pó
- raspa e sumo de uma laranja
- canela a gosto
Untem a forma com manteiga e farinha, e liguem o forno a 180ºC. Comecem por bater os ovos com o açúcar, até obter uma mistura homogénea. De seguida, acrescentem o queijo fresco, e batam até incorporar bem. Juntem a raspa da laranja e metade do sumo. Incorporem a farinha de arroz e o fermento (peneirados) na mistura anterior, lentamente e com uma colher de alumínio. Não encham as formas em demasia, pois as Madalenas ainda crescem um pouco. Depois de encher as conchas todas, batam com a forma no balcão para acomodar a massa. Coloquem no forno durante cerca de 20-25 minutos. Depois de retirar, desenformem e polvilhem com canela.
Sempre que penso em conchas, lembro-me de beijinhos do mar, e estas Madalenas foram batizadas de "Madalenas beijoqueiras"! São leves, de sabor delicado e deliciosas para acompanhar um chá.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Rendam-se!
Cá tinha comentado convosco que, cá em casa, sempre que experimento um novo ingrediente ou faço uma receita mais diferente, levo logo com três torcidelas de nariz!... No sábado decidi testar a reação dos meus pais à cozinha a vapor, pois da primeira vez apenas cozinhei para mim e para o Luís. Mal abrem a porta e dão de caras com a panela de bambú, serviram-me de aperitivo duas caras tortas e um comentário "olha que o teu pai tem fome!". Mesmo assim, arrisquei uma batalha a vapor com o objetivo de obter a rendição deles, assim como consegui a do Luís (e ele dá mesmo luta)!
Utilizei então o tamboril, os tomates cereja, os pimentos e a chalota que iria utilizar para fazer o típico arroz de tamboril, juntei uns camarões, umas delicias e duas malaguetas, umas gotinhas de vinho rosé e um pouco de sal.
Na panela de bambú, coloquei uma folhas de couve coração e o preparado de peixe com os legumes em cima. Num recipiente de alumínio, coloquei água até meio com um pouco de vinho rosé. Depois de estar a ferver, coloca-se a panela de bambú por cima, para que o vapor passe pelos pratos e cozinhe os alimentos. Cerca de 10minutos depois o prato está pronto a servir. Fiz um arrozinho e uma salada de rúcula e agriões para acompanhar.
Meio desconfiados, lá testaram mais uma saudável "maluqueira" da minha cozinha e... ADORARAM! O meu pai inclusive, pela primeira vez, mostrou interesse em adquirir um recipiente de cozinha! Quer outra panela de bambú para que eu possa "cozinhar para os teus avós, porque isto é mesmo bom, e se não leva gordura, tanto melhor".
Testem o cozimento a vapor, pois:
- É uma técnica fácil e rápida logo poupamos na energia consumida;
- Os ingredientes mantêm as suas propriedades e um sabor e cor mais intensos são obtidos, pois não são submersos em água;
- Muito saudável, pois não exige uso de gorduras;
Se não conseguirem encontrar a panela de bambú (que por acaso é a mais fofa, e foi a minha "irmã" que me trouxe de Inglaterra, porque também não a encontrei), existem recipientes de cozimento a vapor em alumínio tupperwares e até panelas a vapor elétricas!
Invistam, pois o sabor e as vantagens para a saúde compensam mesmo!!
Utilizei então o tamboril, os tomates cereja, os pimentos e a chalota que iria utilizar para fazer o típico arroz de tamboril, juntei uns camarões, umas delicias e duas malaguetas, umas gotinhas de vinho rosé e um pouco de sal.
Meio desconfiados, lá testaram mais uma saudável "maluqueira" da minha cozinha e... ADORARAM! O meu pai inclusive, pela primeira vez, mostrou interesse em adquirir um recipiente de cozinha! Quer outra panela de bambú para que eu possa "cozinhar para os teus avós, porque isto é mesmo bom, e se não leva gordura, tanto melhor".
Testem o cozimento a vapor, pois:
- É uma técnica fácil e rápida logo poupamos na energia consumida;
- Os ingredientes mantêm as suas propriedades e um sabor e cor mais intensos são obtidos, pois não são submersos em água;
- Muito saudável, pois não exige uso de gorduras;
Se não conseguirem encontrar a panela de bambú (que por acaso é a mais fofa, e foi a minha "irmã" que me trouxe de Inglaterra, porque também não a encontrei), existem recipientes de cozimento a vapor em alumínio tupperwares e até panelas a vapor elétricas!
Invistam, pois o sabor e as vantagens para a saúde compensam mesmo!!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
A tarte da Branca de Neve
Quando penso em tartes de maçã, a primeira coisa que me vem à cabeça é a história da Branca de Neve, e a tarte que põe a arrefecer na janela antes dos anões chegarem a casa... Se calhar não é bem assim na história, mas nas minhas memórias de infância vejo claramente essa parte da história, com a tarte de maçã a fumegar! Até sinto o aroma da maçã e da canela (que também é fruto da minha imaginação de criança)...
No sábado, decidi então recriar a tarte que vejo nas minhas memórias de menina.
Utilizei:
- 1 base de massa folhada
- 2 maçãs vermelhas
- açúcar amarelo (a gosto)
- canela (a gosto)
- geleia para brilho de tartes (suficiente para pincelar a tarte toda)
Coloquei então a base na tarteira e cortei algumas tiras de massa folhada para colocar por cima. Polvilhei com açúcar e canela a base da massa folhada, e dispus os gomos da maçã (com a casca) por cima da massa folhada. Polvilhei os gomos das maçãs com açúcar e canela, e coloquei as tiras de massa folhada de modo a que parecesse uma rede (no Domingo fui comprar o cortador de massa em rede!). Foi ao forno a 180ºC, cerca de 20min, até adquirir um tom dourado. Depois de retirar do forno, pincelei com a geleia para ficar bem brilhante.
Tarte com aspeto e sabor de contos de fadas...
No sábado, decidi então recriar a tarte que vejo nas minhas memórias de menina.
Utilizei:
- 1 base de massa folhada
- 2 maçãs vermelhas
- açúcar amarelo (a gosto)
- canela (a gosto)
- geleia para brilho de tartes (suficiente para pincelar a tarte toda)
Coloquei então a base na tarteira e cortei algumas tiras de massa folhada para colocar por cima. Polvilhei com açúcar e canela a base da massa folhada, e dispus os gomos da maçã (com a casca) por cima da massa folhada. Polvilhei os gomos das maçãs com açúcar e canela, e coloquei as tiras de massa folhada de modo a que parecesse uma rede (no Domingo fui comprar o cortador de massa em rede!). Foi ao forno a 180ºC, cerca de 20min, até adquirir um tom dourado. Depois de retirar do forno, pincelei com a geleia para ficar bem brilhante.
Tarte com aspeto e sabor de contos de fadas...
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