Já sabem que adoro pratos ao vapor, acho que os alimentos valem o dobro quando são cozinhados por esta técnica! E este fim de semana apeteceu-me cozinhar de forma diferente um dos meus peixes preferidos, o Robalo. E não há nada mais fofo do que cozinhar peixe e legumes e servi-los como se fossem um rebuçado. "Está na mesa!" e "Surpresa!" Pois é meus caros, os filetes de robalo que preparei este sábado foram cozinhados em requintados papelotes...
Vão precisar de:
- papel vegetal
- tapete de silicone
- 1 robalo com cerca de 1kg (dá para 3 pessoas que comam bem)
- 1/2 chalota em meis luas finas
- 1/4 de pimento verde em juliana
- 1/4 de pimento vermelho em juliana
- 1 malagueta bem picada (meia, se não quiserem tão picante)
- 2 pimentos doces em juliana
- 1 ramo de salsa picada (quanto mais picada, mais aroma liberta)
- 3 tomates às rodelas finas
- sal q.b.
- 1 fio de azeite
Aquecer o forno a 180ºC. Entretanto, cortar 6 quadrados de papel vegetal e juntar 2. Por cima, colocar um fio de azeite. Acrescentar 1/3 rodelas de tomate, e a mesma quantidade de legumes, que deverão ser previamente misturados. Colocar o filete de robalo por cima e regar com um fio de azeite, e um pouco de sal. cobrir com um pouco de salsa picada e fechar o papelote, como se fosse um embrulho. Repetir o processo 3 vezes.
Os papelotes devem permanecer no forno cerca de 30 minutos, para que os legumes cozam.
Acho engraçado servi-los assim e acompanhar com a salada num prato à parte.
O resultado em termos de sabor é semelhante ao obtido na panela de bambú, e o robalo brilhou mais uma vez na minha cozinha...
terça-feira, 16 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Não me toques...
Ao tempo que andava para estrear os meus ramekins com um souflé de qualquer-coisa... Sempre foi um prato que me fascinou, tanto pela sua complexidade e exigência no preparo, como por ser uma sobremesa tão delicada, que chega mesmo a ser a "não me toques" das sobremesas... Tinha que me aventurar um dia, e esse dia foi ontem!! Acho que foi a primeira sobremesa que me fez sentar no chão em frente ao forno a rezar pelo resultado perfeito à primeira, e a verdade é que consegui!! (mais uma vez estou a babar-me de orgulho!!)
Para fazerem estes souflés de laranja, irão precisar: (para 8 souflés, em ramekins de 150ml)
- 25g de manteiga derretida;
- 125g de açúcar;
- 200ml de leite;
- 25g de farinha;
- raspa e sumo de 2 laranjas;
- 2 gemas;
- 4 claras;
Ligar o forno a 180ºC, para que aqueça. Pincelar os ramekins com a manteiga derretida e colocar uma colher de sopa do açúcar em cada um, espelhando por toda a forma. Colocar no frigorifico enquanto se preparam os souflés. Misturar o restante açúcar com as duas gemas e reservar. A farinha deve ser bem dissolvida com umas colheres de leite. Numa panela pequena, ferver o restante leite, e depois acrescentar à farinha, mexendo até incorporar. Levar de novo ao fogão, a lume brando, e mexer continuamente até obter um creme suave. Retirar do lume, e acrescentar o sumo e a raspa das laranjas aos poucos. Acrescentar depois a mistura do açúcar com as gemas e incorporar bem. Envolver por fim as claras batidas em castelo muito suavemente, utilizando uma colher de metal (este é o truque para que os souflés cresçam).
Encher os ramekins e alisar a superfície com uma espátula. Passar o dedo nos bordos, para ajudar o souflé a crescer.
Colocar no forno, na posição central, cerca de 15 minutos. Polvilhar com açúcar em pó e servir imediatamente.

Crescem cerca de 1,5cm, ficam dourados por cima e suaves pelo meio. Escusado será dizer que transbordei de orgulho!
A acompanhar um bom café é um manjar dos Deuses...
Para fazerem estes souflés de laranja, irão precisar: (para 8 souflés, em ramekins de 150ml)
- 25g de manteiga derretida;
- 125g de açúcar;
- 200ml de leite;
- 25g de farinha;
- raspa e sumo de 2 laranjas;
- 2 gemas;
- 4 claras;
Ligar o forno a 180ºC, para que aqueça. Pincelar os ramekins com a manteiga derretida e colocar uma colher de sopa do açúcar em cada um, espelhando por toda a forma. Colocar no frigorifico enquanto se preparam os souflés. Misturar o restante açúcar com as duas gemas e reservar. A farinha deve ser bem dissolvida com umas colheres de leite. Numa panela pequena, ferver o restante leite, e depois acrescentar à farinha, mexendo até incorporar. Levar de novo ao fogão, a lume brando, e mexer continuamente até obter um creme suave. Retirar do lume, e acrescentar o sumo e a raspa das laranjas aos poucos. Acrescentar depois a mistura do açúcar com as gemas e incorporar bem. Envolver por fim as claras batidas em castelo muito suavemente, utilizando uma colher de metal (este é o truque para que os souflés cresçam).
Encher os ramekins e alisar a superfície com uma espátula. Passar o dedo nos bordos, para ajudar o souflé a crescer.
Colocar no forno, na posição central, cerca de 15 minutos. Polvilhar com açúcar em pó e servir imediatamente.
Crescem cerca de 1,5cm, ficam dourados por cima e suaves pelo meio. Escusado será dizer que transbordei de orgulho!
A acompanhar um bom café é um manjar dos Deuses...
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Bolinho bombom...
Mas que delicia que são estes bolinhos! A união adúltera dos três chocolates é um pecado capital... Estes foram feitos para adoçar a boca e extasiar o ego dos colegas da formação, acho que o objetivo foi cumprido. De qualquer forma, a meu ver, devem ser consumidos a sair do forno, acompanhados por um chazinho (Morroco, da Lipton, a minha primeira opção sempre). Agora que os dias são mais frios e chuvosos, se lhe juntarem a mantinha, com certeza que o resultado será arrasador...
Para fazer estes bolinhos supremos irão precisar:
- 140g de manteiga derretida e arrefecida
- 4 ovos grandes
- 2 iogurtes naturais
- 100ml de bebida de soja (ou leite)
- 150g de açúcar amarelo claro
- 100g de chocolate branco partido em pedaços pequenos
- 150g de chocolate de leite partido em pedaços pequenos
- 150g de chocolate negro (70%cacau) partido em pedaços pequenos
- 4 colheres de sopa de cacau magro em pó
- 1,5 colheres de sopa de fermento em pó
- 350g de farinha
- 1 pitada de sal
- açúcar demerara para polvilhar
Pré-aquecer o forno a 200ºC, e colocar as formas de queques no tabuleiro, e com os papeis de queque a forrar cada uma das formas. Num tigelão, misturar os ingredientes líquidos (manteiga, leite, iogurtes, açúcar e ovos), e bater bem com o batedor de arames. Acrescentar os chocolates em pedaços e os ingredientes secos peneirados (cacau, fermento e farinha) e colocar o sal. Envolver sólidos com líquidos com uma colher de metal grande, delicadamente e sem mexer demais, só até incorporarem.
Verter o preparado para as forminhas até completar 2/3 de cada uma delas, batendo ligeiramente em cima da bancada, para libertar o ar. Polvilhar com o açúcar demerara. Levar ao forno cerca de 20 minutos.
Quentes são um acelerador de todos os sentidos, e no final fica o remorso de ter cometido o pecado da gula e ainda por cima ter gostado!!
Deliciem-se...
Para fazer estes bolinhos supremos irão precisar:
- 140g de manteiga derretida e arrefecida
- 4 ovos grandes
- 2 iogurtes naturais
- 100ml de bebida de soja (ou leite)
- 150g de açúcar amarelo claro
- 100g de chocolate branco partido em pedaços pequenos
- 150g de chocolate de leite partido em pedaços pequenos
- 150g de chocolate negro (70%cacau) partido em pedaços pequenos
- 4 colheres de sopa de cacau magro em pó
- 1,5 colheres de sopa de fermento em pó
- 350g de farinha
- 1 pitada de sal
- açúcar demerara para polvilhar
Pré-aquecer o forno a 200ºC, e colocar as formas de queques no tabuleiro, e com os papeis de queque a forrar cada uma das formas. Num tigelão, misturar os ingredientes líquidos (manteiga, leite, iogurtes, açúcar e ovos), e bater bem com o batedor de arames. Acrescentar os chocolates em pedaços e os ingredientes secos peneirados (cacau, fermento e farinha) e colocar o sal. Envolver sólidos com líquidos com uma colher de metal grande, delicadamente e sem mexer demais, só até incorporarem.
Verter o preparado para as forminhas até completar 2/3 de cada uma delas, batendo ligeiramente em cima da bancada, para libertar o ar. Polvilhar com o açúcar demerara. Levar ao forno cerca de 20 minutos.
Quentes são um acelerador de todos os sentidos, e no final fica o remorso de ter cometido o pecado da gula e ainda por cima ter gostado!!
Deliciem-se...
domingo, 7 de outubro de 2012
Pomar Casa Rural
Já falei aqui que o geocaching faz maravilhas pela minha vida, por me dar a conhecer sítios maravilhosos e bastante úteis (relembro que foi numa tarde de geocaching que descobri o restaurante "Amândio Restaurante"). Esta manhã aconteceu outra vez, e à vinda da última cache da manhã, paramos antes da feira da Estela para comprar algo diferente para a horta.
Já não tinha grandes esperanças de encontrar rúcula em pés para plantar, muito menos as alcachofras e o aipo, que quando pergunto em algum lado se têm fazem uma expressão desacreditada. No Pomar Casa Rural, falamos a mesma língua! Encontrei tudo o que procurava e mais algumas coisinhas interessantíssimas... Tenho agora na minha horta pimentos doces, rúcula, alcachofra e aipo!
Para completar a minha felicidade só faltaram as acelgas, mas a Sónia (proprietária do Pomar Casa Rural) irá ter também este legume desaparecido!
Bem, mas não são só estes legumes que tanto desejava que podem encontrar no Pomar Casa Rural. é um espaço acolhedor onde poderão comprar uma grande variedade de fruta (morangos e maracujás deliciosos, posso garantir), legumes, leguminosas (cantinho mais-que-fofo, cheio de andorinhas!), compotas caseiras, flores ornamentais (em destaque uma enorme variedade de cactos), utensílios para jardim, loiças tipicamente portuguesas e encontram ainda uma boa dose de simpatia por parte dos proprietários, o Fernando e a Sónia.
Visitem, porque vão adorar de certeza!
Pomar Casa Rural
Contriz-Estela-Póvoa do Varzim
Telemovel- 964 932 991
Já não tinha grandes esperanças de encontrar rúcula em pés para plantar, muito menos as alcachofras e o aipo, que quando pergunto em algum lado se têm fazem uma expressão desacreditada. No Pomar Casa Rural, falamos a mesma língua! Encontrei tudo o que procurava e mais algumas coisinhas interessantíssimas... Tenho agora na minha horta pimentos doces, rúcula, alcachofra e aipo!
Para completar a minha felicidade só faltaram as acelgas, mas a Sónia (proprietária do Pomar Casa Rural) irá ter também este legume desaparecido!
Bem, mas não são só estes legumes que tanto desejava que podem encontrar no Pomar Casa Rural. é um espaço acolhedor onde poderão comprar uma grande variedade de fruta (morangos e maracujás deliciosos, posso garantir), legumes, leguminosas (cantinho mais-que-fofo, cheio de andorinhas!), compotas caseiras, flores ornamentais (em destaque uma enorme variedade de cactos), utensílios para jardim, loiças tipicamente portuguesas e encontram ainda uma boa dose de simpatia por parte dos proprietários, o Fernando e a Sónia.
Visitem, porque vão adorar de certeza!
Pomar Casa Rural
Contriz-Estela-Póvoa do Varzim
Telemovel- 964 932 991
sábado, 6 de outubro de 2012
Com conta peso e medida!
Esta receita já anda aos trambolhões na minha cabeça há meses, mas ainda não a tinha arquitectado suficientemente bem para que a confeccionasse. A semana passada comprei uma terrina nova (a coisa mais fofa!) e, mal olhei para ela, vi logo a massa gratinada a encher-lhe as medidas...
Esta massa não é muito fácil de encontrar, mas agora a milanesa também já a comercializa, e nas grandes superfícies já está disponível.
Para confecionar a massa irão precisar:
- 1 pacote de búzios gigantes milanesa;
- 1 alho francês em juliana;
- meia chalota e meias luas finas;
- 1/4 de pimento vermelho em cubos pequenos;
- 1/4 de pimento verde em cubos pequenos;
- 1 malagueta picada (com semente se gostam de picante);
- 1 corgete aos cubos;
- 600g de carne de vaca picada;
- 15 a 20 tomates cereja;
- cerca de 200g de ricota;
- oregãos secos q.b.;
- Sal a gosto;
- queijo emmental q.b.;
- azeite q.b..
Para o molho de tomate:
- 1/2 cebola picada;
- 3 tomates maduros sem pele e aos cubos;
- um pouco de pimento verde e pimento vermelho;
- 1 raminho de salsa;
- pimento italiano q.b.;
- sal q.b.;
- azeite.
Colocar o azeite e a cebola numa panela pequena e deixar refogar até ficar translúcido. Acrescentar os outros ingredientes e deixar refogar em lume médio durante cerca de 20 minutos. Passar a varinha e reservar.
Noutra panela colocar a massa a cozer em água com um pouco de sal, mexendo frequentemente para não colar. Depois de estar al dente, passar por água fria e reservar.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, a chalota, a corgete, os pimentos e a malagueta mexendo bem até o alho francês começar a perder a cor. Acrescentar a carne e mexer bem, para que se desfaça e misture com os legumes. Acrescentar os tomates cereja partidos em quartos e temperar a gosto. Incorporar a ricota e desligar o fogão.
Na assadeira, colocar o molho de tomate, e ir sobrepondo as conchas ao molho depois de as rechear com o preparado de carne. polvilhar com um pouco de emmental e levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos. Gratinar 2 minutos à mesma temperatura. Está pronto a servir!
Com certeza que irei fazer este prato para agradar muitas barrigas famintas!!
Esta massa não é muito fácil de encontrar, mas agora a milanesa também já a comercializa, e nas grandes superfícies já está disponível.
Para confecionar a massa irão precisar:
- 1 pacote de búzios gigantes milanesa;
- 1 alho francês em juliana;
- meia chalota e meias luas finas;
- 1/4 de pimento vermelho em cubos pequenos;
- 1/4 de pimento verde em cubos pequenos;
- 1 malagueta picada (com semente se gostam de picante);
- 1 corgete aos cubos;
- 600g de carne de vaca picada;
- 15 a 20 tomates cereja;
- cerca de 200g de ricota;
- oregãos secos q.b.;
- Sal a gosto;
- queijo emmental q.b.;
- azeite q.b..
Para o molho de tomate:
- 1/2 cebola picada;
- 3 tomates maduros sem pele e aos cubos;
- um pouco de pimento verde e pimento vermelho;
- 1 raminho de salsa;
- pimento italiano q.b.;
- sal q.b.;
- azeite.
Colocar o azeite e a cebola numa panela pequena e deixar refogar até ficar translúcido. Acrescentar os outros ingredientes e deixar refogar em lume médio durante cerca de 20 minutos. Passar a varinha e reservar.
Noutra panela colocar a massa a cozer em água com um pouco de sal, mexendo frequentemente para não colar. Depois de estar al dente, passar por água fria e reservar.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, a chalota, a corgete, os pimentos e a malagueta mexendo bem até o alho francês começar a perder a cor. Acrescentar a carne e mexer bem, para que se desfaça e misture com os legumes. Acrescentar os tomates cereja partidos em quartos e temperar a gosto. Incorporar a ricota e desligar o fogão.
Na assadeira, colocar o molho de tomate, e ir sobrepondo as conchas ao molho depois de as rechear com o preparado de carne. polvilhar com um pouco de emmental e levar ao forno a 180ºC durante cerca de 20 minutos. Gratinar 2 minutos à mesma temperatura. Está pronto a servir!
Com certeza que irei fazer este prato para agradar muitas barrigas famintas!!
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Chegou o outono...
Quando compro algum utensílio de cozinha novo, não descanso enquanto não o utilizo!! E a última aquisição foi o rolo cortador de massa em rede. Como tenha já o frango preparado para ser cozinhado, decidi então improvisar uma tarte de frango e legumes toda janota e já a cheirar a Outono...
Para reproduzirem esta tarte vão precisar:
- meio frango caseiro desossado e cortado em cubos;
- um pé de alho francês em juliana fina;
- 1/2 pimento vermelho em juliana fina;
- 1,5 malaguetas picadas (se não desejarem que fique muito picante, retiram as sementes);
- 1 couve coração em juliana;
- 1 corgete em cubos e com a casca;
- 2 bases de massa folhada;
- 1 ovo batido com 100ml de bebida de soja (pode ser substituída por leite);
- 1 gema batida com um pouco de água;
- queijo mozarela ralado, a gosto;
- algumas folhas de mangericão;
- azeite q.b.;
- sal q.b.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, o pimento e as malaguetas e deixar refogar um pouco, mas apenas até o alho francês começar a ficar translúcido. Acrescentar o frango e a corgete, temperar com sal a gosto, e deixar cozinhar em lume médio. Quando o frango já estiver mais ou menos cozinhado, acrescentar a couve coração e deixar cozinhar até o líquido libertado pelo legume começar a desaparecer.
Colocar uma das bases de massa folhada a revestir uma tarteira (previamente revestida com papel vegetal) e recortar o excesso. Colocar no interior o preparado de frango com legumes, rejeitando o caldo que possa ainda ter ficado na Wok Verter na tarteira o ovo batido com bebida de soja. Cobrir a tarte com o queijo mozarela e dispor as folhas de mangericão.
Com o rolo cortador de massa em rede, cortar a outra base, abrir cuidadosamente e colocar por cima da tarteira. Recortar o excesso.
Para reproduzirem esta tarte vão precisar:
- meio frango caseiro desossado e cortado em cubos;
- um pé de alho francês em juliana fina;
- 1/2 pimento vermelho em juliana fina;
- 1,5 malaguetas picadas (se não desejarem que fique muito picante, retiram as sementes);
- 1 couve coração em juliana;
- 1 corgete em cubos e com a casca;
- 2 bases de massa folhada;
- 1 ovo batido com 100ml de bebida de soja (pode ser substituída por leite);
- 1 gema batida com um pouco de água;
- queijo mozarela ralado, a gosto;
- algumas folhas de mangericão;
- azeite q.b.;
- sal q.b.
Na Wok colocar o azeite, o alho francês, o pimento e as malaguetas e deixar refogar um pouco, mas apenas até o alho francês começar a ficar translúcido. Acrescentar o frango e a corgete, temperar com sal a gosto, e deixar cozinhar em lume médio. Quando o frango já estiver mais ou menos cozinhado, acrescentar a couve coração e deixar cozinhar até o líquido libertado pelo legume começar a desaparecer.
Colocar uma das bases de massa folhada a revestir uma tarteira (previamente revestida com papel vegetal) e recortar o excesso. Colocar no interior o preparado de frango com legumes, rejeitando o caldo que possa ainda ter ficado na Wok Verter na tarteira o ovo batido com bebida de soja. Cobrir a tarte com o queijo mozarela e dispor as folhas de mangericão.
Com o rolo cortador de massa em rede, cortar a outra base, abrir cuidadosamente e colocar por cima da tarteira. Recortar o excesso.
Pincelar com a gema de ovo batido e levar ao forno previamente aquecido a 180-200ºC cerca de 30 minutos, ou até estar dourada. Servir com salada.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Mudam-se os tempos...
...Mudam-se as vontades... Ou talvez não! Talvez existam pratos que nunca deixamos de ter vontade de degustar... Um deles é o belo do arroz de tomate com a boa e velha patanisca de bacalhau: pura tradição e puro prazer para a boca do bom Português, e não só!! O tradicionalismo mantém-se na mesa dos Portugueses com enorme sucesso, por culpa de pratos deliciosos como este, mas podemos sempre "recriar" tradição.
Foi o que fiz um dia destes. E o jantar lá em casa foram: pataniscas de bacalhau com pimentos e risoto de tomate.
Primeiro preparam-se as pataniscas (o risoto é bom se for terminado e logo consumido). Pica-se uma chalota, um pouco de pimento verde e vermelho, um ramo de salsa picado e esfiam-se duas postas de bacalhau previamente cozido (duas postas grandes chegam para 4 pessoas) e reserva-se tudo. Num recipiente grande, coloca-se uma cerveja e vai-se acrescentando lentamente farinha de trigo peneirada, de modo a formar um polme não muito consistente. Acrescentar os legumes e o bacalhau, duas gemas de ovo e temperar a gosto. Se o preparado ficar muito espesso, acrescentar cerveja, se estiver muito liquido, juntar um pouco de farinha. As pataniscas devem ser fritas em óleo quente, mas a temperatura não deve estar excessivamente alta, pois corre-se o risco de ficarem cruas por dentro. Para dar uma forma mais regular, costumo utilizar um aro de metal no tacho para dar forma à patanisca. Absorver bem a gordura em papel de cozinha e reservar.
Para o risoto, picar uma chalota, dois alhos, uma malagueta e pimento verde e vermelho aos cubos. Acrescentar azeite e o risoto (uma mão de arroz por pessoa, mais uma extra). Ligar o fogão e ir mexendo o risoto até começar a ficar translúcido. Acrescentar um copo de vinho branco e colocar os tomates sem pele e pevides. Ir mexendo sempre e acrescentar água sempre que o risoto começar a secar. O processo demorará cerca de 20 minutos (é um pouco demorado e cansativo, mas vale a pena!). Quando o arroz começar a ficar no ponto, a última vez que acrescentarem liquido, coloquem de novo vinho branco e mexam.
O segredo do risoto é parar no ponto certo, nem duro, nem muito mole, não é uma técnica fácil, podem acertar à primeira, ou aprender com a prática.
Depois de já estar pronto, retirar do lume, acrescentar uma colher de sopa de manteiga e um ramo de salsa picado e envolver bem.
O Risoto é um prato muito guloso, e neste caso o vinho dá-lhe um travo azedo impagável. Não sou grande amante do arroz, inclino-me mais para massas, mas risoto é o "Ferrari dos arrozes"! Experimentem e partilhem a vossa experiência...

Foi o que fiz um dia destes. E o jantar lá em casa foram: pataniscas de bacalhau com pimentos e risoto de tomate.
Primeiro preparam-se as pataniscas (o risoto é bom se for terminado e logo consumido). Pica-se uma chalota, um pouco de pimento verde e vermelho, um ramo de salsa picado e esfiam-se duas postas de bacalhau previamente cozido (duas postas grandes chegam para 4 pessoas) e reserva-se tudo. Num recipiente grande, coloca-se uma cerveja e vai-se acrescentando lentamente farinha de trigo peneirada, de modo a formar um polme não muito consistente. Acrescentar os legumes e o bacalhau, duas gemas de ovo e temperar a gosto. Se o preparado ficar muito espesso, acrescentar cerveja, se estiver muito liquido, juntar um pouco de farinha. As pataniscas devem ser fritas em óleo quente, mas a temperatura não deve estar excessivamente alta, pois corre-se o risco de ficarem cruas por dentro. Para dar uma forma mais regular, costumo utilizar um aro de metal no tacho para dar forma à patanisca. Absorver bem a gordura em papel de cozinha e reservar.
Para o risoto, picar uma chalota, dois alhos, uma malagueta e pimento verde e vermelho aos cubos. Acrescentar azeite e o risoto (uma mão de arroz por pessoa, mais uma extra). Ligar o fogão e ir mexendo o risoto até começar a ficar translúcido. Acrescentar um copo de vinho branco e colocar os tomates sem pele e pevides. Ir mexendo sempre e acrescentar água sempre que o risoto começar a secar. O processo demorará cerca de 20 minutos (é um pouco demorado e cansativo, mas vale a pena!). Quando o arroz começar a ficar no ponto, a última vez que acrescentarem liquido, coloquem de novo vinho branco e mexam.
O segredo do risoto é parar no ponto certo, nem duro, nem muito mole, não é uma técnica fácil, podem acertar à primeira, ou aprender com a prática.
Depois de já estar pronto, retirar do lume, acrescentar uma colher de sopa de manteiga e um ramo de salsa picado e envolver bem.
O Risoto é um prato muito guloso, e neste caso o vinho dá-lhe um travo azedo impagável. Não sou grande amante do arroz, inclino-me mais para massas, mas risoto é o "Ferrari dos arrozes"! Experimentem e partilhem a vossa experiência...
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